Quinta do Lagar da Moira
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Mas há outros motivos de interesse histórico e arquitectónico para uma visita a Fornos de Algodres. Por Fornos de Algodres passava uma importante calçada romana que ligava Viseu a Mérida, visível junto à Capela de Nossa Senhora da Graça. As pontes romanas, os edifícios religiosos como a Igreja da Misericórdia, do século XVIII; o Pelourinho, que data do século XVI, tendo sido demolido no século XIX e reconstruído já no século XX, e o largo onde este se encontra; a lagariça medieval de Maceira; a lápide romana dedicada ao Deus Mercúrio em Ínfias ou a Casa da Câmara, datada do século XVIII, serão certamente motivos de interesse para quem se encontre na Quinta do Lagar da Moira.

Em Algodres poderá ficar a conhecer o Pelourinho, de estilo Manuelino, do século XVI; a Igreja da Misericórdia de estilo barroco, do século XVIII ou XIX; e a Igreja Matriz, dedicada a Santa Maria, onde, na Capela Mor, se encontra o “Busto de Algodres”, fundador da povoação. Também em Figueiró da Granja e em Matança existem Pelourinhos Manuelinos, que se calcula terem sido edificados no século XVI.

Ainda em Fornos de Algodres poderá visitar o Lagar de Azeite da Casa do Cabo/Museu Etnográfico em Cortiçô e o Moinho de Vento em Maceira.

Entre as actividades tradicionais existentes em Fornos de Algodres destaca-se a latoaria, a cestaria, a cerâmica decorativa e a produção de queijo da serra, um denominador comum a todas as povoações na região da Serra da Estrela.

Próximo de Fornotelheiro poderá visitar a Necrópole de S. Gens, junto ao Penedo do Sino, que data da dominação visigótica e apresenta 46 sepulturas não antropomórficas. Fornotelheiro foi concelho, como o prova o Pelourinho e a Casa da Câmara, que foi também Tribunal. A olaria e o fabrico da telha terão possibilitando este estatuto a Fornotelheiro até ao século XVIII.

Em Azares poderá visitar a Igreja Matriz de Vale de Azares.

A povoação de Açores também foi concelho. O seu pelourinho data do século XVI. Destacou-se na Idade Média como importante centro de peregrinação religiosa, onde acorriam ilustres cavaleiros. A Igreja Matriz de Açores possui um valioso altar renascentista, foi restaurada no século XVIII, mas é bastante mais antiga.

Celorico oferece uma espantosa vista de montanha e encantadoras paisagens junto a cursos de água, como a Ribeira de Linhares, o vale da Ribeira da Cabeça Alta ou o vale da Ribeira de Mourilhe.

Em todo o concelho poderá testemunhar a continuidade de certas actividades tradicionais como o fabrico artesanal de cestos em Azares, os teares manuais para produção de mantas de lã, em Prados, ou a latoaria, para além da produção de queijo da serra, enchidos e de pão de centeio.

Flor do Campo

 

Olival
Flor de Macieira

 

 

 

 

Dólmen de Corgas de Matança, em Matança, Fornos de Algodres (Disponível em www.cm-fornosdealgodres.pt)
Fraga da Pena, em Sobral Pichorro, Fornos de Algodres (Dispoível em www.cm-fornosdealgodres.pt)

Em diversas localidades do concelho é possível encontrar vestígios da actividade e povoação humana desde a Pré-história, tais como a Necrópole Medieval e o Dólmen de Corgas de Matança, a Casa da Orca de Cortiço, o Castro de Santiago, em Figueiró da Granja, a Fraga da Pena, em Sobral Pichorro ou a Necrópole Medieval da Tapada do Anjo, em Vila Ruiva. Vestígios da nossa história que fazem de Fornos de Algodres um ponto de referência na Arqueologia em Portugal.

Celorico da Beira

Celorico da Beira encontra-se a 500 metros de altitude, a cerca de 18 km da Quinta do Lagar da Moira, estando algumas das suas aldeias integradas no Parque Natural da Serra da Estrela. O percurso do Rio Mondego divide o concelho de Celorico.

Castelo de Celorico da Beira (Disponível em www.cm-celoricodabeira.pt)

Atribui-se aos Túrdulos a povoação da vila de Celorico da Beira, cerca de 500 a.C.. Outros autores atribuem esse papel aos lusitanos e outros atribuem a fundação de Celorico a capitães enviados para a Península Ibérica pelo Imperador Romano Júlio César. Os romanos deixaram em Celorico a calçada romana de Celorico da Beira, a Estrada dos Almocreves (troço de calçada romana e medieval) e o Castelo, que terá sido construído na Idade Média, sobre um castro pré-romano. Fundado pelos romanos, o Castelo sofreu obras de restauro no reinado de D. Dinis e em 1940.

São famosas as histórias e lendas de cercos ao castelo da nobre vila de Celorico da Beira. Durante a Idade Média, a vila de Celorico da Beira formou com Linhares e Trancoso um triângulo defensivo importante, primeiro na reconquista cristã e mais tarde na disputa entre portugueses e castelhanos, tendo pertencido alternadamente a ambos os reinos.

D. Afonso Henriques concedeu Foral a Celorico da Beira em 1217. Em 1512 D. Manuel I concedeu novo Foral em que eleva a povoação a vila.

Na vila de Celorico da Beira visite os Paços do Concelho, casa onde nasceu o aviador Sacadura Cabral. Entre os Monumentos Nacionais contam-se os antigos Paços do Concelho que datam do século XVIII e acolhem, actualmente, o Solar do Queijo. Também as Igreja de Santa Maria que data da época medieval, a Igreja de São Pedro edificada pelos templários em 1230 ou a Igreja da Misericórdia, estão classificados como Monumentos Nacionais. Visite também o Museu do Agricultor e do Queijo que pretende dar a conhecer a cultura da região, através de uma das suas principais facetas, a vida agrícola, mostrando como viviam e trabalhavam as gentes simples da beira serra, dando especial destaque à produção do queijo da serra.

Vista Exterior do Museu do Agricultor e do Queijo, Celorico da Beira (Disponível em www.cm-celoricodabeira.pt)
Vista do Interior do Museu do Agricultor e do Queijo, Celorico da Beira (Disponível em www.cm-celoricodabeira.pt)
Janela Manuelina na Rua Direita de Celorico da Beira (Disponível em www.cm-celoricodabeira.pt)
Vilas próximas da Quinta do Lagar da Moira

 

 

 

 

 

 

 

 

Fornos de Algodres

Fornos de Algodres é uma vila com 5000 anos de história. Situa-se junto à Serra da Estrela, com vista para o Vale do Mondego, a cerca de 5km da Quinta do Lagar da Moira.

Fornos de Algodres, antes Fornos, é assim designada por força dos inúmeros fornos cerâmicos que existiam na vila.

O concelho de Fornos de Algodres é recente. Formou-se em 1836 com a povoação de Fornos, que se destacou pelo sua posição geográfica e a presença da famílias abastadas, à qual se juntaram as povoações de Algodres, Casal do Monte, Figueiró da Granja, Ínfias e Matança (antes concelhos) e mais tarde Juncais e Vila Ruiva.

 

 
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Última actualização: 2005/12/22
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Fornos de Algodres e Celorico da Beira